Do crachá ao feed: por que as marcas líderes colocam seus colaboradores no centro da comunicação

Do crachá ao feed: por que as marcas líderes colocam seus colaboradores no centro da comunicação

Categoria

Tendências

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Data de Publicação

29/03/2025

29/03/2025

Creator economy e a estratégia das empresas que entenderam o jogo da autenticidade.

Se você, assim como eu, é uma pessoa observadora, já deve ter notado uma mudança interessante acontecendo no marketing de grandes — e também pequenas — marcas.

De uns tempos para cá, empresas que antes se comunicavam com aquele tom frio e distante começaram a aparecer nas redes com mais… humanidade. Não é só o logo que aparece. São rostos. Pessoas reais. Funcionários. Colaboradores que antes estavam apenas nos bastidores e que agora assumem o protagonismo nas câmeras, nos feeds do Instagram, nas trends do TikTok, nos eventos on-line e presenciais.

Essa não é só uma tendência. É uma virada de chave no jeito de construir marcas.

O que está por trás dessa mudança?

A chamada creator economy é um movimento que valoriza a influência de pessoas reais, com vozes autênticas e narrativas próprias. Isso tem mudado o comportamento do consumidor, que hoje prefere acompanhar criadores que compartilham o dia a dia de forma natural a celebridades com discursos ensaiados.

Nesse contexto, surgiu e vem ganhando força o conceito de employee influencer marketing: uma estratégia que transforma funcionários em criadores de conteúdo da própria marca.

Ao invés de depender apenas de influenciadores externos, empresas mais visionárias estão estimulando seus colaboradores — do operacional ao alto escalão — a compartilharem o dia a dia da empresa, os bastidores da cultura organizacional e os valores que vivem na prática.

Exemplos que inspiram

Um dos cases mais emblemáticos é o da CIMED. A empresa tem apostado fortemente na imagem dos seus executivos como influenciadores digitais. O CEO, João Adibe Marques, utiliza suas redes sociais para mostrar sua rotina, opiniões e bastidores da empresa. Sua presença é tão estratégica que contribuiu para quadruplicar o tamanho da empresa nos últimos seis anos.

Junto a ele, Karla Marques Felmanas, vice-presidente da Cimed, também se destaca nas redes: tem mais de 1,5 milhão de seguidores no Instagram e mais de 1,7 milhão no TikTok. Recentemente, ela liderou um encontro no escritório do TikTok com 32 vendedores da empresa para capacitá-los como influenciadores da marca.

Outro exemplo é o da Nestlé, que desde 2022 tem um programa estruturado de influenciadores internos, com mais de 1.500 colaboradores criando conteúdo sobre a cultura, os produtos e os valores da marca.

Por que essa estratégia funciona?

Colaboradores que produzem conteúdo sobre suas próprias experiências profissionais têm poder de gerar:

  • Autenticidade: Pessoas se conectam com pessoas — não com instituições. Quando um funcionário fala da marca, o público ouve com mais atenção e menos desconfiança.

  • Engajamento real: As redes sociais dos colaboradores, somadas, geram mais alcance do que muitos canais corporativos. Segundo Ricardo Dalbosco, especialista em marca pessoal, a audiência dos funcionários pode ser até 10 vezes maior do que a da própria marca (LinkedIn).

  • Credibilidade: Um post de quem vive a cultura da empresa é muito mais convincente do que qualquer roteiro publicitário.

  • Employer branding: Esse movimento atrai talentos, fortalece a cultura interna e projeta uma imagem positiva no mercado.

E se o que falta na sua marca for… você?

Quantas vezes você já se pegou admirando o posicionamento de outras empresas enquanto duvidava da sua própria voz nas redes?

Talvez você até já tenha pensado: “Mas eu não sou influenciador(a)”.

Eu entendo. Porque eu também pensava assim.

Durante muito tempo, fiquei nos bastidores da minha empresa. Minha agência crescia, os resultados dos clientes apareciam, mas minha marca pessoal… seguia em silêncio.

Até que um dia caiu a ficha: não era sobre ser influenciadora, era sobre liderar.

Foi aí que decidi compartilhar minha visão de mercado, os bastidores, os aprendizados e até as incertezas do caminho. E com essa decisão, você acabou aqui, nesse meu novo projeto.

Hoje, eu acredito profundamente que estar à frente da minha marca é a forma mais clara de mostrar o que eu defendo enquanto profissional: marketing de verdade nasce da conexão entre estratégia e autenticidade.

Vamos conversar sobre o seu momento atual e como o Método R.O.T.A. pode trazer a clareza que o seu negócio precisa.

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